terça-feira, 1 de abril de 2014

Backing Track - G#m (Slow tempo Classic Rock)


Uma backing track muito bem-feita e perfeita pra improvisar em G#m na guitarra (ou em qualquer outro instrumento solista).
Para baixar, clique no link abaixo:


sábado, 15 de março de 2014

Pedais na hora da gravação: menos é mais?

Recentemente, gravei uma cover para a demo que minha banda está fazendo.
Não pude levar meu amp e gravei com o que havia no estúdio, um Marshall Valvestate 8040.

Como a música era bem pop, com guitarra limpa quase o tempo todo, usei em minha Fender Stratocaster apenas os seguintes pedais:
* Afinador Polytune Mini: além de afinar, mantinha a guitarra muda entre as gravações e conversas com a banda;
* Digitech Bad Monkey: pedal do tipo Tube Screamer que usei para fazer os riffs e as frases cromáticas;
* Proco RAT2: usado para o solo.
* T.C. Electronics Spark Mini Booster: booster de volume usado para empurrar o RAT no solo e para algumas frases clean durante a música.
Cheguei a levar um delay para utilizar no solo, mas como a música tinha uma temática mais simples e direta, resolvi não usa-lo. 
O resto do pedalboard ficou do lado de fora da sala de gravação, pois seriam mais cabos interligando pedais e, consequentemente, mais ruídos e perdas de sinal.
Com isso, consegui uma gravação com mais qualidade, e sem precisar 'me perder' em meio a vários pedais, nem tem que fazer 'sapateado'. Se todos os pedais estivessem à minha disposição naquele momento, iria querer usar um chorus ou um phaser em alguma parte da música, ou outra distorção, mas resolvi ser o mais simples e objetivo possível. Acho que deu certo.



sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Donald Fagen - Trilogy: 10 Extras (Bonus CD)

Sugestão de um disco incrível: Donald Fagen - Trilogy: 10 Extras (Bonus CD)


Foi lançado em 2007 um box contendo os 3 primeiros discos solos de Donald Fagen (Steely Dan), e um CD extra com bonus, gravações que inexplicavelmente ficaram de fora dos álbuns oficiais.

A começar pela faixa Rhymes, que foi produzida pelo grande músico Todd Rundgren originalmente para o disco 'Morph the Cat', que Fagen lançou em 2006, mas só saiu neste box.
Há também 3 gravações ao vivo, incluindo o hit Green Flower Street.


Músicas fantásticas, com músicos fantásticos, de um gênio do pop-rock americano. Recomendo MUITO.





terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Digitech Bad Monkey x Fuhrmann Tube Drive


Realizei a comparação entre dois pedais do tipo Tube Screamer, que é um efeito de overdrive que visa simular uma válvula saturando em um amplificador, um som que propicia uma leve distorção e um médio ardido na guitarra. Podendo ser usado em praticamente qualquer estilo musical, este pedal tube screamer - e seus milhares de clones e adaptações - ficou 'famoso' com guitarristas de blues, como Stevie Ray Vaughan (que geralmente usava o TS808), e é usado como booster de volume ou ganho no pedalboard de quase todo guitarrista, pela sua versatilidade e transparência.

Os pedais aqui testados são baratos, bem construídos e com a proposta de emular o som típico de um tube screamer.
A diferença básica é que o Bad Monkey possui dois botões de tone, separados em low (graves) e high (agudos), visto que o pedal Tube Screamer tem a fama de roubar um pouco dos graves da guitarra.

Depois de assistir ao vídeo abaixo, tire suas conclusões, lembrando que as diferenças entre os pedais pode ficar muito maior se forem usados numa situação ao vivo, com mais volume do amplificador, e também  se forem usados outros tipos de guitarra. O áudio foi captador com um microfone Shure Lyrics, que capta de maneira honesta o médio do instrumento, e no Sound Forge só foi acrescentado um pouco de reverb natural, pois desliguei o reverb do amplificador para evitar ruídos.

Na nossa simples análise, a distinção entre o Bad Monkey e o Tube Drive ficou assim caracterizada:

Digitech Bad Monkey:
Prós: baixo nível de ruído, controle de graves, bonito acabamento e conta com saída Mixer.
Contras: pouco ganho, o unity gain do level está acima do meio-dia e o pedal tem som um pouco opaco, analasado, não tão na cara com um tube screamer normal.

Fuhrmann Tube Drive:
Prós: alto volume, mais ganho que o Bad Monkey.
Contras: Nível de ruído maior que o Bad Monkey, acabamento muito pobre.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Os melhores discos de 2013


Vamos lá, muda o ano, e a gente tenta elencar o que de melhor foi lançado no ano anterior.
Da minha lista incrivelmente pessoal, selecionei alguns títulos que marcaram em 2013:


  • Guilherme Arantes - Condição Humana
  • Daft Punk - Random Access Memories
  • Lucas Arruda - Sambadi
  • Ben Harper & Charlie Musselwhite - Get Up!
  • Black Sabbath - 13 
  • Ed Motta - AOR
  • Eric Clapton - Old Sock
  • Peter Frampton - Best of FCA! 35
  • Winery Dogs - Winery Dogs
  • Alice In Chains - The Devil Put Dinosaurs Here
  • Deep Purple - Now What
  • Dream Theater - Dream Theater
  • John Mayer - Paradise Valley
  • Rush - Clockwork Angels Tour
  • Jimi Hendrix Experience - Miami Pop Festival
  • Earth, Wind & Fire - Now, Then & Forever 
  • The Aristocrats (2013) Culture Clash
  • Sound City - Real to Reel


Os 5 melhores:

Ed Motta - AOR: Ed Motta sempre se reinventa, descobre, aprende, e compartilha com o mundo suas descobertas. O disco AOR representa um passo a frente olhando pra trás, a música de rádio adulta dos anos 70/80. Disco perfeito.

Lucas Arruda - Sambadi: Sem palavras para descrever este lançamento, primeiro disco (de muitos que deverão vir) deste incrível e talentosíssimo músico e cantor!

Black Sabbath - 13: Um disco novo com cara de velho, que parece ter sido criado nos primórdios da banda. É quase como uma regressão, um disco arrastado, denso, pesado, e maravilhoso.

Eric Clapton - Old Sock: Mestre Clapton não precisa mais provar nada, faz o que gosta, e o que ele gosta de tocar é justamente o que a gente gosta de ouvir!

Deep Purple - Now What?!: O pessoal do Deep Purple, neste disco, parece prestar um tributo a Jon Lord, com ótimas canções e um clima sempre jovial, apesar dos membros estarem bem distantes da juventude. Som para cérebros adultos.

Peter Frampton - Best of FCA! 35: Não é um disco de estúdio, mas sim um apanhado do que rola nos shows do grande Peter Frampton. Clássicos e mais clássicos, aproveitando para relembrar o disco ao vivo Frampton Comes Alive, de 1976.




quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Ensaiando para o Rock in Far 2013


Mais uma vez, nosso Projeto chamado The Teachers - Pink Floyd Tribute band se reúne para ensaiar e se divertir.

Os ensaios são para o evento Rock in Far 2013, festival independente farturense que reúne bandas da região em um dia de muito rock em Fartura-SP.


Dois vídeos do ensaio:




sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Menos agudo, por favor.


"Menos agudo, por favor."

Eis o meu simples conselho para quem toca guitarras do tipo strato, principalmente que toca e que gosta de uma vibe mais vintage: diminua um pouco o controle de tone da sua guitarra.

Parece uma coisa boba, sem importância, mas para alguns estilos isto é fundamental.

Quem toca em bandas de rock, classic rock, progressive rock, e som autoral calcado em sonoridade mais antiga, precisa saber que, com o advento da digitalização sonora e industrial, muitas frequências agudas e super agudas passaram a ser ouvidas e sentidas. Porém, naquelas gravações dos discos clássicos dos anos 70, como Led e Hendrix, p. ex., não havia essa abundância de agudo.

Além do mais, hoje os equipamentos, de uma forma geral, são mais bem acabados, mais bem-feitos, visando justamente cobrir e destacar todas as frequências possíveis.

Sendo assim, é realmente interessante, ao tocar um classic rock numa strato, abaixar o controle de tone na guitarra, bem como regular o amp deixando o agudo flat ou mais baixo que o médio.

Inclusive, os pequenos amplificadores transistorizados de hoje em dia, com falantes pequenos, tendem a serem bastante abelhudos, sobrando agudos.

Em um amp valvulado de média potência, o 'calor' sonoro favorecerá os harmônicos, porém sem rachar os agudos. Já num amp SS (transistor), é comum se aumentar o agudo para justamente fazer o som aparecer, porém é perigoso o som ficar extremamente irritante, devido ao intenso agudo.

Outra coisa importante: em pedais Wah-Wah true-bypass, a tendência é manter-se o som o mais íntegro possível, e alguns destes pedais -quando ligados- logicamente injetam agudo na hora em que se aperta o pedal 'no talo', portanto, é necessário regular o tone da guitarra para que o efeito não fique ardido, principalmente em sons cleans.

Com distorção e drive, também é muito interessante tirar um pouco dos agudos do instrumento, para que as notas (solos ou bases) soem bonitas, 'cantantes' (como diz um reviewer famoso), sem 'judiar' do ouvido. O som muito agudo cansa o aparelho auditivo, criando uma fadiga que faz com que se perca um pouco da vontade de ouvir aquele som por muito tempo.

À princípio, parece que, fazendo isso, você o risco de não ser ouvido dentro uma banda, numa situação ao vivo. É lógico que os demais instrumentos também precisam estar devidamente regulados, porém a dica é, principalmente em um solo, aumentar o médio do amp - e até da mesa de som, se for o caso - e diminuir um pouco os agudos, para que o solo fique 'na cara', sem ficar irritante. 

A guitarra - no contexto rock, pelo menos - é um instrumento que atua na frequência média, não pode ter muito grave para não embolar com o baixo e o bumbo (somente em alguns casos específicos), e não pode ficar muito agudo, para não competir com teclados, sopros, pratos. Mas precisa de médios para aparecer.

É uma dica bastante simples, mas MUITO importante num contexto ao vivo, para não chatear os ouvintes e produzir um som mais redondo, mais musical - e que cative seu público!

Marcelo Donati, 08 de novembro de 2013.

domingo, 18 de agosto de 2013

Eric Clapton show posters

Uma tradição que perdeu um pouco da força nos tempos digitais é a divulgação de elaborados pôsteres de shows de artistas e bandas importantes.

Procurando no E-bay, nota-se que existe um enorme mercado de memorabilia para a compra e venda de tais posters. Principalmente de shows seminais como Pink Floyd, Led Zeppelin, Woodstock, Monterey Pop, Deep Purple, etc.

Algumas bandas e artistas ainda investem na criação e divulgação de tais artes, como o Pearl Jam.
Mas trago aqui uma pequena coleção de pôsteres do grande Eric Clapton, alguns mais antigos, e alguns mais recentes, cujas lindas artes combinam com a magnitude e talento do Slowhand.
Sem mais, seguem (clicar na foto para ampliar):